30 janeiro 2018

[Resenha] A cabana, William P. Young



A Cabana, do canadense William P. Young, foi lançado no Brasil em 2008 pela Editora Sextante, e ficou entre os mais vendidos por várias semanas. O livro, originalmente auto-publicado por Young e dois amigos, já vendeu mais de 10 milhões de cópias e foi traduzido para mais de trinta línguas. É agora um dos livros de bolso mais vendidos de todos os tempos. 

"- Procurei 26 editoras e as respostas variavam de “Você fala muito sobre Jesus” até “Não lançamos esse tipo de livro, ele é muito radical”. Então, imprimi cerca de 15 cópias e, no natal, distribui aos amigos mais próximos. Eles passaram a emprestá-las para outras pessoas e, em seis meses, fui procurado pelas editoras"(YOUNG)

Alguns leram esta ficção como uma nova expressão da ortodoxia cristã, enquanto outros a leram como heresia de classificação. No final, apenas Young sabe o que ela realmente significa. 



Mackenzie Allen Philip que o diga; pai de cinco filhos, sendo desses, os três mais  novos os fios condutores desta história. Em um final de semana que antecipa as aulas, ele decide viajar com os filhos, seria um final de semana normal e muito feliz. Se não fosse o sumiço da filha mais nova. Mais tarde descobre uma pista, que o leva há uma cabana; lá encontra um vestido vermelho manchado de sangue. E nada mais . Anos se passam, Mack e a família  tentam seguir suas vidas com a dor da perda e sem noticias da pequena Missy. É neste momento que ele, recebe um bilhete que diz: "estamos com saudade, lhe esperamos na cabana", ass: papai. Ele fica desorientado, quem poderia estar fazendo aquilo? Que brincadeira de mal gosto! Quem saberia o termo carinhoso que era usado somente por sua esposa? Diante de varias suposições ele decide ir descobrir quem enviou este bilhete.



Young criou livro para os filhos, ele não esperava que se tornaria um best seller mundial. Já haviam me indicado está leitura, porém sempre procrastinei. E sinceramente me arrependo. É um livro que mexe com você; te envolve de uma tal forma. O autor brinca com nossos sentimentos, chorei muito durante a leitura. Claro que sei que existe pessoas que não tiveram o mesmo resultado. Por ser um livro cristão, existe um certo preconceito. Entretanto, o autor destaca a ganância das religiões. Os Temas sobre perdão, relacionamentos são colocados de uma forma impactante e simples, quem o ler, fica querendo abraçar seus familiares e amigos no mesmo instante! As lições nele descrita faz com que o leitor reflita bastante. Acredito que todos deveriam ler em algum momento da vida.



" –  Minha família viveu um período obscuro que durou seis meses. Nesse período eu perdi minha sogra e dois irmãos. São situações que levantam uma série de questionamentos. Muito do que escrevi veio da minha vida. Não digo que fui literalmente a uma cabana, mas falo de momentos em que eu me sentia perdido e não conseguia superar de forma alguma." (Young)






















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